terça-feira, 2 de março de 2010
Valorize seu modo de viver
Todo mundo sempre passa por aquela fase em que se quer ser melhor, em que se olha ao redor e cisma de querer o que ainda não se tem. Nessa fase também nascem análises e comparações com a vida dos outros. O que é do outro sempre parece melhor, parece mais fácil, e é aí que se inicia um trabalho de pensamento positivo em busca do que se aproxime da vida alheia. E a conquista pode demorar, tem gente que até desiste, mas uma hora chega e aí é que mora o problema. Quando enfim o que queriamos, chega, percebemos que já não desejavamos mais isso ou simplesmente não sabemos lidar com o que o próximo fazia parecer bom e fácil. É assim que se aprende a compreender, a conhecer a sabedoria e a capacidade dos outros de viver suas experiências boas ou não, como se fosse fácil. Por isso é necessário dar valor para o que se possui. Cada um é cada um e o que pode parecer facil aos seus olhos é dificil para outros e vice-versa. Dê credibilidade a sua própria vida e experiências e acredite que isso basta para seu amadurecimento próprio. Não queira o que é dos outros e nem se compare. A forma que você lida com sua própria vida também deve estar sendo apreciada por alguém neste momento. Você é o que é por ter vivido tudo que já viveu da forma como só você mesmo sabe fazer. A fórmula certa é apenas enfrentar, viver. Cada um no seu caminho, e assim segue a regra de que cada experiência a mais faz de nós melhores, fortes e sábios.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Seja o protagonista
Ninguém entende, nem parecem querer entender. Sinto necessidade de desabafar, mas, o medo de ser julgada está crescendo. O exército de pessoas da minha vida que ficam contra as minhas emoções diante de certa história, so aumenta.
Sofro sozinha, sempre com a sensação de ter que enfrentar a angústia dentro do coração, a ausência de paz na mente, junto com a desaprovação de todos que gosto. Infelizmente nunca irei me acostumar com a falta de apoio dos que fazem parte da minha vida. As opiniões dos que me querem bem obviamente é importante e por isso me abalo a cada conselho pessimista que recebo. Mas estou crescendo com isso. Estou fazendo de cada experiência um novo modo de aprender, tirando o máximo de lições de vida que eu puder e assim aumentando minha bagagem de maturidade.
Nesse mundo ninguém é igual a ninguém, a diferença na personalidade de cada um é o que torna a história de vida de todos, diferentes, por isso a compreensão com o próximo se torna difícil. É claro, existe sempre aquele ombro amigo que sabe entender invés de julgar, mas como nem todos são assim, vai de nós mesmos saber que quem nunca viveu uma mesma experiência que nós não nos entenderá, fazendo assim um mau julgamento de nossas ações caso façamos algo que eles acham que nunca fariam. Mas olhar de fora é fácil, e ser forte sem ter o coração partido é mole. Por isso digo, nunca atire pedras, mais cedo ou mais tarde se descobre que o teto sobre sua cabeça também é de vidro. Sendo assim, só resta olhar para frente e fazer para si mesmo o que no momento significa a sua felicidade e não a aprovação dos outros. Antes viver do que assistir e quem julga é porque assiste, então viva e lembre-se de que seu bem depende de você. Seja o artista, brilhe, vire exemplo e tenha um final feliz. Os telespectadores não têm a mesma sorte de experimentar essa realidade de emoções. Eles se acomodam na ideia de pegar carona na experiência dos outros, acreditando assim que podem palpitar e interferir em nossas atuações. Mal sabem eles que poderiam ser protagonistas também.
Viva e não se importe com quem olha. Os que nos amam, gostando ou não de certas coisas, estarão sempre do nosso lado e vendo que somos felizes com nossas escolhas também ficarão. Desligue a TV da vida alheia caso você assista e vá correr atrás da sua história, eu já estou vivendo a minha.
Sofro sozinha, sempre com a sensação de ter que enfrentar a angústia dentro do coração, a ausência de paz na mente, junto com a desaprovação de todos que gosto. Infelizmente nunca irei me acostumar com a falta de apoio dos que fazem parte da minha vida. As opiniões dos que me querem bem obviamente é importante e por isso me abalo a cada conselho pessimista que recebo. Mas estou crescendo com isso. Estou fazendo de cada experiência um novo modo de aprender, tirando o máximo de lições de vida que eu puder e assim aumentando minha bagagem de maturidade.
Nesse mundo ninguém é igual a ninguém, a diferença na personalidade de cada um é o que torna a história de vida de todos, diferentes, por isso a compreensão com o próximo se torna difícil. É claro, existe sempre aquele ombro amigo que sabe entender invés de julgar, mas como nem todos são assim, vai de nós mesmos saber que quem nunca viveu uma mesma experiência que nós não nos entenderá, fazendo assim um mau julgamento de nossas ações caso façamos algo que eles acham que nunca fariam. Mas olhar de fora é fácil, e ser forte sem ter o coração partido é mole. Por isso digo, nunca atire pedras, mais cedo ou mais tarde se descobre que o teto sobre sua cabeça também é de vidro. Sendo assim, só resta olhar para frente e fazer para si mesmo o que no momento significa a sua felicidade e não a aprovação dos outros. Antes viver do que assistir e quem julga é porque assiste, então viva e lembre-se de que seu bem depende de você. Seja o artista, brilhe, vire exemplo e tenha um final feliz. Os telespectadores não têm a mesma sorte de experimentar essa realidade de emoções. Eles se acomodam na ideia de pegar carona na experiência dos outros, acreditando assim que podem palpitar e interferir em nossas atuações. Mal sabem eles que poderiam ser protagonistas também.
Viva e não se importe com quem olha. Os que nos amam, gostando ou não de certas coisas, estarão sempre do nosso lado e vendo que somos felizes com nossas escolhas também ficarão. Desligue a TV da vida alheia caso você assista e vá correr atrás da sua história, eu já estou vivendo a minha.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Um alguém tão incrivelmente bom
Eu não esperava nada demais daquela noite. Uma balada comum como as outras anteriores. Companhia de amigos e tudo rolando como o esperado. Muita gente no mesmo ambiente, sincronia de corpos dançando na mesma sintonia de cada música. As luzes fazendo de tudo mais belo. Algumas pessoas se destacando mais entre todos. Uma dessas pessoas se aproximou. Também não esperei nada demais dessa pessoa. Não criei expectativas e nem acreditei que fosse valer a pena me envolver. O papo foi indo, o tempo passando e não nos largávamos mais. Sabe-se lá como e por que, mas o primeiro beijo nasceu sem eu nem esperar ou perceber que iria acontecer. E desde então, eu percebi que tinha me enganado. A pessoa se transformou em alguém especial. Tudo parecia parar enquanto eu podia estar em seus braços. A noite foi mágica porque ele me encontrou no meio da multidão e me escolheu para ser a sortuda. Nunca conheci lábios tão suaves, macios, profundos e tão quimicamente compatíveis com os meus. Fiquei ligada a ele ponta a ponta. Todo o carinho, respeito e educação dele, também me deixavam cada minuto mais encantada. Era como se eu nunca tivesse sentido a sensação de ser tratada como princesa. Não queria que a noite terminasse e nem queria acreditar que depois de tudo aquilo eu talvez pudesse jamais vê-lo novamente. O envolvimento, o carinho, os olhares, tudo que trocávamos me deixava mais convencida de que aquele cara era o mais incrível que conheci em toda minha vida. Fui embora pra casa nas nuvens. Eu não sabia se continuava vendo estrelas enquanto relembrava cada detalhe do tempo que havíamos passados juntos ou se gritava de alegria e começava a falar que nem uma maritaca empolgada contando tudo para minha amiga. Mesmo depois de ter deitado a cabeça no travesseiro eu só conseguia pensar nele, nele e nele. Era como se tudo não tivesse passado de uma linda sensação que se tem quando se assiste ao mais lindo filme de amor nos cinemas. Devo ter até sonhado com ele. O restante da semana se arrastou da mesma forma. Eu ainda conseguia recordar de muitos detalhes que me deixavam suspirando a todo momento. Aos poucos, a falta de contato me fez ir desacreditando que eu poderia sonhar com esse alguém tão incrivelmente bom. Pus os pés na realidade e voltei a viver como se ele não tivesse cruzado meu caminho me deixando com gostinho de quero muito, muito, muito mais. Os próximos dias de festas eu vivi sem lembrar dele, ou pelo menos tentando não lembrar. Até que... Em uma das minhas baladas com amigas, andando no meio das luzes e danças, avistei o grande perturbador dos meus desejos. Eu não queria acreditar que o destino estava me dando esse reencontro que eu tanto achei que não fosse existir. Mas dessa vez, embarcamos em uma confusão. Rolou um clima, um beijo, mais um contato que me deixou sem ar, mas... Desentendimentos, má interpretações colocaram tudo a perder e sai machucada daquela noite. Aí sim, pensei que toda a minha chance tinha ido por água abaixo, até que ele me procurou, mas não conseguiu me encontrar quando quis. Desencontros tentando destruir minha esperança. Dormi mais uma noite acreditando que eu poderia sonhar com aquele cara na minha vida. E cá estou eu, derretida, sem rumo, de pernas bambas só de lembrar tudo que tivemos. Meu pensamento não quer deixar de querer vive-lo mais. Ele chega a ser perigoso pra mim, é como o amor, que tampa a visão e nos deixa querendo sempre mais. Não sei onde vai terminar, mas já tenho uma nova história de novela pra continuar e depois contar!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Eu venci
É dificil compreender a mente de gente teimosa. Quanto mais você batalha pra tentar conhecer a pessoa, mais ela se fecha. Chega um momento que se desiste de tentar entender e ajudar uma pessoa assim. E nessa hora, tudo fica mais claro. O mundo se abre, o céu parece ficar mais azul e os problemas passam a ser menores. Quanto mais nos desvencilhamos de pessoas que nós fazem esquecer de nós mesmos para viver com eles problemas que não nos diz respeito, melhor ficamos. Pode parecer egoísta, mas não é.
Andei aprendendo que estar solteira e sozinha é um bem a mais para a mente, uma paz gigantesca pro coração e uma liberdade incontestável para nossas ações. Quanto mais desligada de pessoas eu estiver, mais eu posso me concentrar em mim mesma. Se eu pudesse transmitir a todos o bem que isso pode fazer, acho que eu salvaria muitas pessoas que estão por ai se escondendo nas sombras de vidas alheias.
Existem sérias doenças psicologicas que fazem algumas pessoas pensarem que só podem viver se estiver ao lado de outras. Elas fazem de alguma pessoa especifica a sua vida, e se esquecem de si próprio. Isso é totalmente loucura, é morrer em vida. Ninguém pode deixar de viver tudo que gosta, tudo que é, por outro, isso é simplesmente abrir mão da própria felicidade pra sofrer. Digo isso porque já passei por uma situação parecida. Não tive nenhuma doença que me levasse a isso, mas tive confusões que me fizeram acreditar em um amor que já não era amor. Esqueci de mim para lutar por um alguém que nem se quer se preocupava em olhar para trás para saber se estava pisando em alguém. O fim da história?
Eu venci! Venci por ter conseguido sair de mais uma luta melhor do que entrei. Venci por ter saido da batalha mais valente do que antes. Venci por ter superado a mim mesma. Venci por ter finalmente dado um basta no que não me acrescentava mais nada além de tristeza. Venci por largar o passado e acreditar num futuro melhor. Venci por correr atrás do meu próprio bem estar sem pestanejar. Venci por ir de encontro com a minha paz sem precisar da ajuda de mais ninguém. Venci por ter tido coragem de ir contra tudo que era o meu mundo. Venci por ter criado novos meios de enxergar como se alcança as alegrias. Venci por pensar em mim. Venci por continuar caminhando mesmo quando ainda não enxergava luz no fim do túnel. Venci por erguer a cabeça independente de tudo e todos e ir de encontro apenas com a minha vida. Venci por não ter me deixado abater e sim por ir em busca de novos meios de vida. Venci por ter lembrado de viver. Venci por ter lembrado que a felicidade sempre esteve comigo. Venci por ter deixado de lado todas as crenças de que precisava de alguém para me fazer feliz! Venci por lembrar que eu sempre posso vencer!
E a pessoa teimosa que lhes falei no início? Ta por ai, vagando por uma trilha que ainda não percebeu que não vai dar em nada. Com certeza continua com a mesma teimosia e o mesmo medo de sofrer. E quer saber mais? É justamente por ter medo de sofrer e tentar evitar isso, que acaba sofrendo mais do que todos. Por isso eu aconselho, não seja o teimoso da sua história, seja o vencedor. Largue as velhas teorias, as velhas idéias, os velhos amores que te deixam doente, as velhas pessoas que fingem estar contigo e vá em busca de você mesmo. Só você pode se salvar. Só você pode se fazer feliz! Nós nos bastamos!
Andei aprendendo que estar solteira e sozinha é um bem a mais para a mente, uma paz gigantesca pro coração e uma liberdade incontestável para nossas ações. Quanto mais desligada de pessoas eu estiver, mais eu posso me concentrar em mim mesma. Se eu pudesse transmitir a todos o bem que isso pode fazer, acho que eu salvaria muitas pessoas que estão por ai se escondendo nas sombras de vidas alheias.
Existem sérias doenças psicologicas que fazem algumas pessoas pensarem que só podem viver se estiver ao lado de outras. Elas fazem de alguma pessoa especifica a sua vida, e se esquecem de si próprio. Isso é totalmente loucura, é morrer em vida. Ninguém pode deixar de viver tudo que gosta, tudo que é, por outro, isso é simplesmente abrir mão da própria felicidade pra sofrer. Digo isso porque já passei por uma situação parecida. Não tive nenhuma doença que me levasse a isso, mas tive confusões que me fizeram acreditar em um amor que já não era amor. Esqueci de mim para lutar por um alguém que nem se quer se preocupava em olhar para trás para saber se estava pisando em alguém. O fim da história?
Eu venci! Venci por ter conseguido sair de mais uma luta melhor do que entrei. Venci por ter saido da batalha mais valente do que antes. Venci por ter superado a mim mesma. Venci por ter finalmente dado um basta no que não me acrescentava mais nada além de tristeza. Venci por largar o passado e acreditar num futuro melhor. Venci por correr atrás do meu próprio bem estar sem pestanejar. Venci por ir de encontro com a minha paz sem precisar da ajuda de mais ninguém. Venci por ter tido coragem de ir contra tudo que era o meu mundo. Venci por ter criado novos meios de enxergar como se alcança as alegrias. Venci por pensar em mim. Venci por continuar caminhando mesmo quando ainda não enxergava luz no fim do túnel. Venci por erguer a cabeça independente de tudo e todos e ir de encontro apenas com a minha vida. Venci por não ter me deixado abater e sim por ir em busca de novos meios de vida. Venci por ter lembrado de viver. Venci por ter lembrado que a felicidade sempre esteve comigo. Venci por ter deixado de lado todas as crenças de que precisava de alguém para me fazer feliz! Venci por lembrar que eu sempre posso vencer!
E a pessoa teimosa que lhes falei no início? Ta por ai, vagando por uma trilha que ainda não percebeu que não vai dar em nada. Com certeza continua com a mesma teimosia e o mesmo medo de sofrer. E quer saber mais? É justamente por ter medo de sofrer e tentar evitar isso, que acaba sofrendo mais do que todos. Por isso eu aconselho, não seja o teimoso da sua história, seja o vencedor. Largue as velhas teorias, as velhas idéias, os velhos amores que te deixam doente, as velhas pessoas que fingem estar contigo e vá em busca de você mesmo. Só você pode se salvar. Só você pode se fazer feliz! Nós nos bastamos!
domingo, 8 de novembro de 2009
Homenagem a Nélio Horta
O primeiro e único homem que dedicou e cantou uma música para mim, também já se foi. Assim como todos os amores que tive e perdi, nisso ele não foi diferente. Mas esse homem era especial. A passagem dele pelo mundo marcou a vida de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Ele era de uma personalidade incrível, um caráter único e íntegro. Sua vida foi simplesmente doada a todos que fizeram dele um amigo. Seu lindo coração mais sua paixão pela arte e música deram a ele a importantíssima oportunidade de mudar a vida de muitos e ensinar só coisas boas, desde um sentimento a um ofício, a outros. A família fez dele a alegria, o pai, o artista e o melhor amigo de todos.
A recordação que tenho dele é a melhor possível. O som de sua risada é a música que ele deixou pra mim como trilha sonora de si próprio. Queria eu poder ter tido mais chances de resgatar dele mais histórias e experiências boas, mas tudo o que já tenho guardado dele, mais tudo que os outros a minha volta também guardam, fazem dele uma pessoa eternamente presente entre nós. A idéia de perdê-lo de nosso convívio nesse mundo parece não ser real, e agora entendo o por que. Ele deixou um pouco de si com cada um de nós. Nossos corações estão regados de amor e paz que ele nos deu dele e nos ensinou a ter como ele. Todos devemos ficar confortados, pois agora sabemos que a vida dele não foi em vão. Ele brilhou, em palcos, corações e agora recordações. Ele era exemplo e cumpriu sua missão. Um dia ainda nos encontraremos e cobrarei mais uma nova canção. Eu não poderia ter ganhado homenagem mais bela do que meu próprio tio que foi um grande homem vivido que sabia amar e ser amado sem medo.
Tio Nélio, você nos deu muito mais do que perdemos quando você se foi. Jamais deixaremos de saber que você esta conosco hoje e sempre. Continue sorrindo, amando e brilhando onde quer que você esteja.
Te amo!
Te amamos!
Até mais...
As cortinas não irão fechar nunca, o fim não existe para o seu teatro.
A recordação que tenho dele é a melhor possível. O som de sua risada é a música que ele deixou pra mim como trilha sonora de si próprio. Queria eu poder ter tido mais chances de resgatar dele mais histórias e experiências boas, mas tudo o que já tenho guardado dele, mais tudo que os outros a minha volta também guardam, fazem dele uma pessoa eternamente presente entre nós. A idéia de perdê-lo de nosso convívio nesse mundo parece não ser real, e agora entendo o por que. Ele deixou um pouco de si com cada um de nós. Nossos corações estão regados de amor e paz que ele nos deu dele e nos ensinou a ter como ele. Todos devemos ficar confortados, pois agora sabemos que a vida dele não foi em vão. Ele brilhou, em palcos, corações e agora recordações. Ele era exemplo e cumpriu sua missão. Um dia ainda nos encontraremos e cobrarei mais uma nova canção. Eu não poderia ter ganhado homenagem mais bela do que meu próprio tio que foi um grande homem vivido que sabia amar e ser amado sem medo.
Tio Nélio, você nos deu muito mais do que perdemos quando você se foi. Jamais deixaremos de saber que você esta conosco hoje e sempre. Continue sorrindo, amando e brilhando onde quer que você esteja.
Te amo!
Te amamos!
Até mais...
As cortinas não irão fechar nunca, o fim não existe para o seu teatro.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Não tenha medo de amar
Todos os dias da minha vida eu sou julgada. Julgada por um motivo, um sentimento que não deveria nunca ter sido esquecido, generalizado ou até mesmo sido transformado em sofrimento. Desde pequena que carrego dentro de mim a sensação de que sou diferente desse mundo neste século. É como se eu tivesse nascido atrasada. Às vezes nada parece se encaixar, nada parece aceitável. Fico imaginando todas as pessoas a minha volta como simples futilidades. A imaturidade se tornou constante. Ninguém parece querer crescer em um mundo onde os relacionamentos e os sentimentos foram taxados como acontecimentos apenas da vida de nossos pais. E o amor foi banalizado, virou motivo de chacota, vergonha. Alguns dizem até que o amor não existe ou que todos que amam perdem suas identidades e vivem em um mundo da lua. Infelizmente todos que aderiram a essa moda nunca conseguirão ter uma vida completamente feliz regada de verdades e sinceridades.
O amor não é algo que só existe entre um homem e uma mulher. Jamais deveriam ter deixado esse valor maior se apagar do coração da maioria da sociedade. Corações de pedra não são e nunca serão capazes de enxergar do que o mundo e as pessoas precisam para que tudo se torne a paz que muitos buscam e não encontram. Paz mundial é nada mais nada menos do que o resultado do que o amor constrói. O amor pode concertar qualquer estrago. Amor não é e nem nunca será sinônimo de sofrimento. O contrário do amor é a falta de respeito, de consideração, é incompreensão e principalmente a indiferença. Nem mesmo o ódio é capaz de fugir do amor. Ambos andam juntos, de mãos dadas, onde existe amor, existe ódio. São sentimentos de um mesmo valor que só nascem a partir um do outro, ou seja, só podem também morrer juntos, um vai estar onde o outro estiver.
Quem tem medo de amar é covarde. Pensam que amando, se apaixonando, vão estar vulneráveis para que uma hora a decepção chegue e faça do amor um motivo de angústia. Muitos perdem a mágica do amor por medo de terem seus corações quebrados. Amor de verdade é aquele que completa e concerta tudo, não importa o que aconteça, não importa os obstáculos, as pedras no caminho... Onde existe amor, existe vitória. Só é amor de verdade àquele que passa por aprovações e mesmo assim continua firme, crescendo cada dia mais no coração dos amantes.
A pessoa que abre mão do amor por medo de sofrer e vai viver outras coisas achando que isso preencherá o vazio do peito está enganado. Sempre chega para todas essas pessoas um momento em que elas não sabem nem mais o que querem. Dentro delas tudo vira motivo de guerra, dúvida, falta de personalidade, competição, disputa... Não adianta querer fugir. Onde quer que você esteja à falta do amor irá te perseguir e te fazer perceber que a guerra que você enfrenta é contra você mesmo, contra os próprios enganos, orgulhos e teimosias. E dessa forma não importa o que se ganhe no caminho pela vida, tudo terminará sempre com a sensação de que lhe falta algo... O amor!
O amor não é algo que só existe entre um homem e uma mulher. Jamais deveriam ter deixado esse valor maior se apagar do coração da maioria da sociedade. Corações de pedra não são e nunca serão capazes de enxergar do que o mundo e as pessoas precisam para que tudo se torne a paz que muitos buscam e não encontram. Paz mundial é nada mais nada menos do que o resultado do que o amor constrói. O amor pode concertar qualquer estrago. Amor não é e nem nunca será sinônimo de sofrimento. O contrário do amor é a falta de respeito, de consideração, é incompreensão e principalmente a indiferença. Nem mesmo o ódio é capaz de fugir do amor. Ambos andam juntos, de mãos dadas, onde existe amor, existe ódio. São sentimentos de um mesmo valor que só nascem a partir um do outro, ou seja, só podem também morrer juntos, um vai estar onde o outro estiver.
Quem tem medo de amar é covarde. Pensam que amando, se apaixonando, vão estar vulneráveis para que uma hora a decepção chegue e faça do amor um motivo de angústia. Muitos perdem a mágica do amor por medo de terem seus corações quebrados. Amor de verdade é aquele que completa e concerta tudo, não importa o que aconteça, não importa os obstáculos, as pedras no caminho... Onde existe amor, existe vitória. Só é amor de verdade àquele que passa por aprovações e mesmo assim continua firme, crescendo cada dia mais no coração dos amantes.
A pessoa que abre mão do amor por medo de sofrer e vai viver outras coisas achando que isso preencherá o vazio do peito está enganado. Sempre chega para todas essas pessoas um momento em que elas não sabem nem mais o que querem. Dentro delas tudo vira motivo de guerra, dúvida, falta de personalidade, competição, disputa... Não adianta querer fugir. Onde quer que você esteja à falta do amor irá te perseguir e te fazer perceber que a guerra que você enfrenta é contra você mesmo, contra os próprios enganos, orgulhos e teimosias. E dessa forma não importa o que se ganhe no caminho pela vida, tudo terminará sempre com a sensação de que lhe falta algo... O amor!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Parte XV: O mais estranho amor da minha vida
O mundo continuava parado em nosso beijo. O calor subia entre nós e nossos corpos já estavam completamente apertados entre si. Minhas mãos ficaram bambas e trêmulas ao mesmo tempo. Eu estava gostando do momento, mas comecei a ter medo do grande envolvimento. Danton não parecia pensar, ele movia as mãos em minhas costas e me apertava cada vez mais. Um segundo a mais e uma de suas mãos passaram de minhas costas para a cintura e ele procurou uma brecha entre minha blusa e minha calça para que pudesse colocar sua mão em minha pele que já estava suficientemente arrepiada de adrenalina e medo. Levemente o beijo dele foi ficando mais lento, a respiração menos afobada e assim ele começou a prestar mais atenção onde tocava. Sua mão percorreu minha cintura por baixo da blusa e seu toque quente me fez esticar a coluna. Danton desceu até minha cintura pousando em minha barriga e depois foi subindo calmamente. Já decidida a não levar adiante parei de beijá-lo abruptamente e me afastei ao máximo que o sofá permitiu.
Danton me olhava boquiaberto e seus olhos escuros e pequenos estavam menores do que normalmente ficavam. Nenhum de nós dois disse nada, ainda estávamos recuperando o fôlego e o autocontrole. Desconfortável, ajeitei minha blusa e me sentei no sofá, virada para frente:
- Linda! O que foi? Fiz alguma coisa que te desagradou? Desculpe-me.
Evitei olhar para ele e continuei calada com os olhos abaixados, estava envergonhada, sem argumentos para explicar o meu receio. Percebendo que eu não responderia, ele se aproximou de mim e tocou minhas mãos. Fiquei observando suas mãos grandes, firmes e delicadas ao mesmo tempo se envolver entre as minhas tão mais frágeis e pequenas perto das dele. Continuei sem reação, sem fala, não quis nem ao menos arriscar olhar para ele, eu sabia que ficaria tentada e invés de me explicar eu cairia nos braços dele novamente. Danton também pareceu desistir de se comunicar comigo. Silenciosamente ele começou a mover o rosto para perto do meu ate fazer com que seu nariz roçasse em minha bochecha que no mínimo estaria vermelha de vergonha. Fechei os olhos enquanto sentia sua respiração acariciar minha pele. E antes que eu pudesse abrir os olhos ele já havia se afastado. Confusa, resolvi olhar para ele. Sua expressão parecia triste, mas serena. Ainda segurando minhas mãos ele se levantou e me puxou consigo. Caminhamos até a última porta que tinha no mini corredor que separava a sala de um banheiro e um quarto. Entramos no quarto e não pude disfarçar meu choque com o luxo que vi contido ali. O cômodo estava iluminado só pelos dois lustres que estavam acima de cada lado da cabeceira da cama. Ah! E a cama, parecia convidativa aos meus olhos, ela não era uma cama de casal em tamanho normal, parecia vencer em comprimento. Só se via os detalhes em preto e prata da cabeceira e das pequenas gavetas que flutuavam grudadas na parede ao lado. As almofadas eram varias, todas em tons de branco e bege, espalhadas por todos os lados junto ao edredom branco e cinza que ainda estava mal dobrado. Uma cortina marrom que ia do teto até o chão cobria todo o lado direito do quarto onde eu imaginei ter uma grande janela. Um pequeno sofá também estava encostado à direita entre a cama e a cortina. E no canto oposto ao sofá, uma mesa com um notebook e uma cadeira acolchoada. Tudo ali combinava, tom sobre tom.
Vendo minha distração, Danton me soltou e foi até o guarda-roupa preto com portas de vidro que ficava a esquerda. Abrindo a ultima porta, tirou de lá uma caixa imensa que eu poderia até ter pensado que guardava mais almofadas. Danton pousou a caixa na cama e sem nem mesmo me lançar um olhar, ele abriu a tampa da caixa branca, se sentou ao lado dela e enfim me observou como se esperasse uma reação pelo que eu poderia ver.
Aproximei-me lentamente da caixa e olhei curiosa sobre ela.
Meus olhos não queriam e não conseguiam acreditar no que estavam enxergando.
A caixa continha só fotos minhas, eram tantas que lotavam até o topo. Chocada, sentei na cama também e peguei uma das fotos. Fiquei olhando para minha imagem, imaginando como Danton teria conseguido tantos clicks meus sem eu nem mesma perceber. Ainda concentrada nas fotos percebi que Danton se levantou e sentou-se atrás de mim na cama me envolvendo em um abraço. Enquanto eu remexia nas fotos ele ficava me observando. Ele moveu meus cabelos para o ombro direito e recostou o rosto em meu ombro esquerdo me fazendo sentir sua respiração colada em mim:
- Meu amor! Agora você sabe que pode confiar em mim e que não precisa ter medo de nada, eu te amo!
As fotos que estavam em minhas mãos caíram sobre a cama quando ouvi aquelas palavras. Rapidamente me soltei de seus braços e me pus em pé onde pude perfeitamente olhar em seus olhos. Minha cabeça girava enquanto a voz de Danton soava em minha mente como um eco que só queria fixar as ultimas palavras que ele havia dito. Tudo foi ficando confuso. Pensamentos, lugares e pessoas vieram a minha cabeça tão de repente, todos juntos. Ananda, minha avó, Danton, as fotos, o loft, o jardim de minha casa, os bilhetes, a ponte... Eu Te Amo... Te Amo... Amo...
Danton me olhava boquiaberto e seus olhos escuros e pequenos estavam menores do que normalmente ficavam. Nenhum de nós dois disse nada, ainda estávamos recuperando o fôlego e o autocontrole. Desconfortável, ajeitei minha blusa e me sentei no sofá, virada para frente:
- Linda! O que foi? Fiz alguma coisa que te desagradou? Desculpe-me.
Evitei olhar para ele e continuei calada com os olhos abaixados, estava envergonhada, sem argumentos para explicar o meu receio. Percebendo que eu não responderia, ele se aproximou de mim e tocou minhas mãos. Fiquei observando suas mãos grandes, firmes e delicadas ao mesmo tempo se envolver entre as minhas tão mais frágeis e pequenas perto das dele. Continuei sem reação, sem fala, não quis nem ao menos arriscar olhar para ele, eu sabia que ficaria tentada e invés de me explicar eu cairia nos braços dele novamente. Danton também pareceu desistir de se comunicar comigo. Silenciosamente ele começou a mover o rosto para perto do meu ate fazer com que seu nariz roçasse em minha bochecha que no mínimo estaria vermelha de vergonha. Fechei os olhos enquanto sentia sua respiração acariciar minha pele. E antes que eu pudesse abrir os olhos ele já havia se afastado. Confusa, resolvi olhar para ele. Sua expressão parecia triste, mas serena. Ainda segurando minhas mãos ele se levantou e me puxou consigo. Caminhamos até a última porta que tinha no mini corredor que separava a sala de um banheiro e um quarto. Entramos no quarto e não pude disfarçar meu choque com o luxo que vi contido ali. O cômodo estava iluminado só pelos dois lustres que estavam acima de cada lado da cabeceira da cama. Ah! E a cama, parecia convidativa aos meus olhos, ela não era uma cama de casal em tamanho normal, parecia vencer em comprimento. Só se via os detalhes em preto e prata da cabeceira e das pequenas gavetas que flutuavam grudadas na parede ao lado. As almofadas eram varias, todas em tons de branco e bege, espalhadas por todos os lados junto ao edredom branco e cinza que ainda estava mal dobrado. Uma cortina marrom que ia do teto até o chão cobria todo o lado direito do quarto onde eu imaginei ter uma grande janela. Um pequeno sofá também estava encostado à direita entre a cama e a cortina. E no canto oposto ao sofá, uma mesa com um notebook e uma cadeira acolchoada. Tudo ali combinava, tom sobre tom.
Vendo minha distração, Danton me soltou e foi até o guarda-roupa preto com portas de vidro que ficava a esquerda. Abrindo a ultima porta, tirou de lá uma caixa imensa que eu poderia até ter pensado que guardava mais almofadas. Danton pousou a caixa na cama e sem nem mesmo me lançar um olhar, ele abriu a tampa da caixa branca, se sentou ao lado dela e enfim me observou como se esperasse uma reação pelo que eu poderia ver.
Aproximei-me lentamente da caixa e olhei curiosa sobre ela.
Meus olhos não queriam e não conseguiam acreditar no que estavam enxergando.
A caixa continha só fotos minhas, eram tantas que lotavam até o topo. Chocada, sentei na cama também e peguei uma das fotos. Fiquei olhando para minha imagem, imaginando como Danton teria conseguido tantos clicks meus sem eu nem mesma perceber. Ainda concentrada nas fotos percebi que Danton se levantou e sentou-se atrás de mim na cama me envolvendo em um abraço. Enquanto eu remexia nas fotos ele ficava me observando. Ele moveu meus cabelos para o ombro direito e recostou o rosto em meu ombro esquerdo me fazendo sentir sua respiração colada em mim:
- Meu amor! Agora você sabe que pode confiar em mim e que não precisa ter medo de nada, eu te amo!
As fotos que estavam em minhas mãos caíram sobre a cama quando ouvi aquelas palavras. Rapidamente me soltei de seus braços e me pus em pé onde pude perfeitamente olhar em seus olhos. Minha cabeça girava enquanto a voz de Danton soava em minha mente como um eco que só queria fixar as ultimas palavras que ele havia dito. Tudo foi ficando confuso. Pensamentos, lugares e pessoas vieram a minha cabeça tão de repente, todos juntos. Ananda, minha avó, Danton, as fotos, o loft, o jardim de minha casa, os bilhetes, a ponte... Eu Te Amo... Te Amo... Amo...
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